6 de jun de 2011

OBRIGADO MEU POVO

Dentro de duas semanas estarei completando uma centena de colunas publicadas no jornal Tribuna. Este será um acontecimento merecedor de uma comemoração, pelo menos de minha parte, pela paciência dos leitores durante esses quase dois anos, a se completarem no próximo mês de junho, em tem aturado minhas historietas desenxabidas narrando, às vezes, coisas sem o menor interesse para eles.
Mas, enquanto a data não chega voltemos aos nossos causos do dia-a-dia...
A visita a nossa cidade foi antecipadamente, poderia dizer, o coroamento de uma expectativa de mais de quinze anos de ausência. Reencontrar os amigos e familiares já seria por si só gratificante mas ser alvo de tanto carinho e homenagens ultrapassou a tudo que poderia esperar.
A turma do Sá Viana, então, não deixava passar nenhuma oportunidade de me presentear com jornais comemorativos, distintivos, quadros, fotos... Até uma camiseta, daquelas de listras, o Bidê me prometeu, e é claro estou esperando. O Chablis (que prá mim é o Canjiquinha) diariamente me entregava alguma lembrança lá no Café da Praça, onde havia montado meu “escritório” local. Quase tive de pagar excesso de bagagem na volta para o Rio...
Da turma mais chegada a Regina Gonçalves e o Jorge brindaram a mim e a Valéria del Cueto, com uma maravilhosa bacalhoada reunindo a família e alguns amigos. Coisa de loucos... Muito e muito vinho
O Tijolinho não quis ficar para trás e mandou ver numa churrasqueada naquela sua casa que, de tão grande, cheguei até a sugerir de fazermos lá um clube privê. Mas ele não topou... alegou que isso lhe tiraria a privacidade. Ainda bem... Nessa ocasião ele conseguiu um feito notável tirando o Zeca Velo, amigo velho que há muito não encontrava, de sua casa. É verdade que a Marisa, sua mulher, fez forfait e por isso continuei sem revê-la. Fica para uma outra oportunidade. Pontificando no evento Nedo Mandarino, Chablis, minhas sobrinhas e respectivos, a figuraça do Tuffi, os Gonçalves, os donos da casa um monte de amigos de longa data.
Foram tantas comilanças e beberanças que preferi nem aferir meu peso quando da minha volta ao Rio.
As reuniões no café da praça sempre renderam boas recordações e muitas gargalhadas, ainda que o Gege Alfano tenha tentado me envolver nas políticas locais revivendo velhas disputas entre Marca Olho e Bomba quando anunciou minha chegada como sendo aquele que iria botar ordem no galinheiro. Fiquei sem entender muito bem a que ele se referia, preferi ficar só cobertura do carnaval, mas a confraria ficou assanhada com o prenuncio de tempestade. Como o nosso edil declarou ter apenas uma vaga lembrança de quando estudamos juntos no União deixei a coisa para lá.
Dessa vez foi difícil deixar Uruguaiana... mas ficou o desejo de voltar breve. Enquanto isso só posso agradecer a todos que tão bem acolheram a este desgarrado do pago.
Gracias meu povo!


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